Nas duas últimas semanas, uma operação do Ministério da Agricultura e da Polícia Ambiental fechou quatro abatedouros clandestinos no Amazonas. A ação foi resultado de denúncias.
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Vinte e seis frigoríficos de três estados da Amazônia podem ter que pagar indenização superior R$ 500 milhões por danos ambientais. Ação proposta pelo Ministério Público Federal no Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, Ibama, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público nos estados do Amazonas e Rondônia responsabiliza os donos dos frigoríficos pela compra e comercialização de bois criados ilegalmente, devastação florestal, trabalho escravo e violação de direitos indígenas. Durante as investigações foram identificados quase 60 mil animais criados em fazendas irregulares.
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O Ministério Público Federal intensificou nos últimos dias a investigação sobre abate clandestino de gado em cinco estados: Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia. O inquérito civil público instaurado visa a averiguar tanto a aplicação da legislação federal nos frigoríficos estaduais e municipais como também os aspectos ambientais do abate. De acordo com o procurador da República do município de Dourados, no Mato Grosso do Sul, Marco Antônio Delfino, o objetivo é permitir que uma carne de melhor qualidade chegue à mesa do cidadão brasileiro.
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O Ministério Público Federal (MPF) realiza operação em cinco estados brasileiros contra abate clandestino de gado. Foram instaurados um procedimento administrativo e quatro inquéritos civis públicos no Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia para verificar o andamento dos serviços federais de fiscalização e possíveis danos à saúde do consumidor e ao meio ambiente.
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O Ministério Público Estadual de Roraima notificou todos os frigoríficos do município de Alto Alegre por venda de carne abatida ilegalmente, sem os padrões mínimos de higiene estabelecidos por lei. A partir da data das autuações, os comerciantes têm 90 dias para se adequar às exigências.
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