experimento com animais http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/taxonomy/term/177134/all pt-br Vereadores de São Roque vão investigar Instituto Royal http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/noticia/2013-10-22/vereadores-de-sao-roque-vao-investigar-instituto-royal <p>Elaine Patricia Cruz<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> S&atilde;o Paulo &ndash; Os vereadores da C&acirc;mara Municipal de S&atilde;o Roque (SP) instauraram&nbsp; uma comiss&atilde;o especial de inqu&eacute;rito (CEI) para investigar as a&ccedil;&otilde;es do Instituto Royal no munic&iacute;pio. Hoje (22) ocorreu a primeira reuni&atilde;o da comiss&atilde;o. A comiss&atilde;o &eacute; presidida pelo vereador Marcos Augusto Issa Henriques de Ara&uacute;jo (PMDB), com relatoria do vereador Fl&aacute;vio Andrade de Brito (PDT) e vice-presid&ecirc;ncia de Adenilson Correia (PSL).</p> <p> Na madrugada de sexta-feira (18), manifestantes invadiram o instituto e levaram animais usados em pesquisas laboratoriais. Eles acusam o Royal de praticar maus-tratos a cobaias, como beagles e ratos.</p> <p> Em sua primeira reuni&atilde;o, a comiss&atilde;o decidiu encaminhar of&iacute;cios aos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos competentes para solicitar c&oacute;pias de licen&ccedil;as, alvar&aacute;s e de outros documentos necess&aacute;rios para o funcionamento do Instituto Royal. Tamb&eacute;m ser&aacute; enviado um requerimento ao Departamento de Planejamento da prefeitura solicitando informa&ccedil;&otilde;es sobre a adequa&ccedil;&atilde;o do local. A comiss&atilde;o tamb&eacute;m pretende convocar servidores p&uacute;blicos e ex-funcion&aacute;rios do instituto para prestar esclarecimentos.</p> <p> Os trabalhos da comiss&atilde;o ter&atilde;o o prazo de 90 dias para serem conclu&iacute;dos, podendo ser prorrogado. Os encontros ser&atilde;o feitos sempre &agrave;s quartas-feiras.</p> <p> Tamb&eacute;m hoje (22) foi criada uma comiss&atilde;o externa na C&acirc;mara dos Deputados para investigar o instituto. A comiss&atilde;o ser&aacute; coordenada pelo deputado federal Delegado Prot&oacute;genes (PCdoB-SP), com relatoria do deputado Ricardo Izar (PSD-SP). A comiss&atilde;o pretende investigar os preju&iacute;zos decorrentes da invas&atilde;o ao instituto e apurar se a empresa maltratava os animais.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> beagle Concea experimento com animais Instituto Royal maus-tratos a animais Nacional São Roque SBPC Vereadores Tue, 22 Oct 2013 21:20:22 +0000 fabio.massalli 733456 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil Cães retirados do Instituto Royal não sofriam maus-tratos, diz coordenador do Concea http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/noticia/2013-10-22/caes-retirados-do-instituto-royal-nao-sofriam-maus-tratos-diz-coordenador-do-concea <p>Fernanda Cruz<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia da Brasil</em></p> <p> S&atilde;o Paulo &ndash; Nenhum animal retirado do laborat&oacute;rio do Instituto Royal, em S&atilde;o Roque, no interior paulista, sofria maus-tratos ou tinha mutila&ccedil;&otilde;es, declarou o coordenador do Conselho Nacional de Controle de Experimenta&ccedil;&atilde;o Animal (Concea) e membro da diretoria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia (SBPC), o m&eacute;dico Marcelo Morales.</p> <p> Morales disse que os maus-tratos aos c&atilde;es da ra&ccedil;a beagle<em>, </em>suspeita que levou ativistas de defesa dos animais a invadirem o laborat&oacute;rio na madrugada da &uacute;ltima sexta-feira, poderiam at&eacute; prejudicar os experimentos. &ldquo;Se os animais sofrem durante a pesquisa, isso interfere no pr&oacute;prio experimento. N&atilde;o &eacute; interesse &eacute;tico, nem cient&iacute;fico, que os animais sofram, muito pelo contr&aacute;rio. Os animais t&ecirc;m que estar saud&aacute;veis, sem estresse e em boas condi&ccedil;&otilde;es para que se tenham resultados confi&aacute;veis&rdquo;, disse.</p> <p> Segundo o m&eacute;dico, o instituto era acompanhado pelo Concea, conselho ligado ao Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI) e ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, nos testes para medicamentos coadjuvantes na cura do c&acirc;ncer, al&eacute;m de&nbsp; antibi&oacute;ticos e fitoter&aacute;picos da flora brasileira, feitos a partir de mol&eacute;culas descobertas por brasileiros. &ldquo;Era um laborat&oacute;rio que dava suporte para a independ&ecirc;ncia do Brasil em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; novos f&aacute;rmacos&rdquo;, informou. &ldquo;Milh&otilde;es de reais foram jogados no lixo e anos de pesquisas para o benef&iacute;cio dos brasileiros e dos animais tamb&eacute;m foram perdidos&rdquo;.</p> <p> O MCTI contabiliza, no pa&iacute;s, em torno de 400 institui&ccedil;&otilde;es credenciadas ou em processo de credenciamento para fazer experimentos com animais. O m&eacute;dico ressaltou que o Brasil tem um marco regulat&oacute;rio com leis r&iacute;gidas para o controle dessas pesquisas.</p> <p> Morales destacou que nenhum lugar do mundo pro&iacute;be testes com animais. &ldquo;Pesquisas que o Brasil est&aacute; fazendo e se despontando como c&eacute;lulas tronco n&atilde;o seriam poss&iacute;veis sem a utiliza&ccedil;&atilde;o de animais. Pesquisas com terapia g&ecirc;nica, outras pesquisas importantes na cura do c&acirc;ncer, que est&atilde;o sendo desenvolvidas por pesquisadores brasileiros, dependem do uso de animais&rdquo;, disse.</p> <p> O membro do Concea esclareceu ainda que existem poucos m&eacute;todos alternativos para substituir as cobaias em testes e a obten&ccedil;&atilde;o dessa&nbsp; metodologia pode levar entre 15 e 20 anos para ser desenvolvida. Na ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos, por&eacute;m, essas t&eacute;cnicas s&atilde;o usadas com maior efici&ecirc;ncia. &ldquo;Um exemplo &eacute; o <em>kit </em>de pele artificial humana. As ind&uacute;strias mais s&eacute;rias do mundo n&atilde;o utilizam animais para testes de cosm&eacute;ticos&rdquo;, explicou.</p> <p> De acordo com Morales, os c&atilde;es da ra&ccedil;a beagle s&atilde;o padr&atilde;o no mundo inteiro para o teste de f&aacute;rmacos por suas caracter&iacute;sticas. Al&eacute;m do temperamento d&oacute;cil e da facilidade de manuseio, ele t&ecirc;m maior similaridade com o condicionamento do organismo humano. O m&eacute;dico disse que os cachorros retirados pelos ativistas viviam em um ambiente protegido, chamado de biot&eacute;rio, sem contato com o meio externo. &ldquo;N&atilde;o se pode tirar animais que foram criados em biot&eacute;rios dessa forma repentina, porque eles podem morrer. Eles est&atilde;o em risco neste momento&rdquo;, disse.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> beagle Concea experimento com animais Instituto Royal maus-tratos a animais Nacional SBPC Tue, 22 Oct 2013 20:34:02 +0000 fabio.massalli 733451 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil