Latinidades http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/taxonomy/term/168723/all pt-br Mulheres negras estão preparadas para vencer racismo, diz ministra http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/galeria/2013-07-22/mulheres-negras-estao-preparadas-para-vencer-racismo-diz-ministra <p>Brasília – Ao avaliar a situação da mulher negra na sociedade brasileira, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, disse hoje (22) que, embora esse segmento esteja entre os que mais sofrem os efeitos do racismo, as mulheres negras são também as mais preparadas para transformar essa realidade. Ela participou da mesa de abertura da sexta edição do Latinidades Brasília – Ao avaliar a situação da mulher negra na sociedade brasileira, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, disse hoje (22) que, embora esse segmento esteja entre os que mais sofrem os efeitos do racismo, as mulheres negras são também as mais preparadas para transformar essa realidade. Ela participou da mesa de abertura da sexta edição do Latinidades Brasília – Ao avaliar a situação da mulher negra na sociedade brasileira, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, disse hoje (22) que, embora esse segmento esteja entre os que mais sofrem os efeitos do racismo, as mulheres negras são também as mais preparadas para transformar essa realidade. Ela participou da mesa de abertura da sexta edição do Latinidades Brasília – Ao avaliar a situação da mulher negra na sociedade brasileira, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, disse hoje (22) que, embora esse segmento esteja entre os que mais sofrem os efeitos do racismo, as mulheres negras são também as mais preparadas para transformar essa realidade. Ela participou da mesa de abertura da sexta edição do Latinidades </p> Cidadania Cidadania Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Latinidades Luiza Bairros ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Seppir Mon, 22 Jul 2013 17:13:43 +0000 luciano 726173 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil Oficina de dança em Brasília resgata cultura afro-brasileira http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/noticia/2013-07-21/oficina-de-danca-em-brasilia-resgata-cultura-afro-brasileira <p><img alt="" src="http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/23/gallery_assist726122/prev/ABR210713WDO_8483A.JPG" style="width: 300px; height: 225px; float: right; margin: 7px;" />Mariana Tokarnia<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; Um grupo do cerca de 50 pessoas participou de uma oficina de dan&ccedil;as afro-brasileiras na Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Artes (Funarte) em Bras&iacute;lia. O ritmo marcante das pisadas e os movimentos de pernas, quadris e ombros, sempre em roda, tomaram conta do espa&ccedil;o. A oficina foi coordenada pelo grupo Il&uacute; Ob&aacute; de Min - Educa&ccedil;&atilde;o, Cultura e Arte Negra, de S&atilde;o Paulo, que faz atividades pela primeira vez na capital federal.</p> <p> A oficina fez parte da 6&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do <a href="http://afrolatinas.com.br/" target="_blank">Latinidades &ndash; Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha</a>, que vai at&eacute; o dia 27 de julho. A programa&ccedil;&atilde;o trata da cultura afro-brasileira na perspectiva das mulheres negras e traz temas como empreendedorismo, economia criativa, cultura e comunica&ccedil;&atilde;o, com atividades abertas ao p&uacute;blico.</p> <p> A atividade foi ministrada pela professora de dan&ccedil;a brasileira Roberta Viana. Os ritmos apresentados na aula de hoje foram o coco e o cacuri&aacute;. De acordo com Roberta, ambos s&atilde;o ritmos brasileiros criados no encontro dos africanos, ind&iacute;genas e europeus. &quot;Essa oficina tem o intuito de mostrar uma cultura que &eacute; nossa, mas com os quais as pessoas n&atilde;o tem contato. A gente quer mostrar a riqueza dos nossos ritmos, da nossa dan&ccedil;a. S&atilde;o ritmos que contagiam porque est&atilde;o na gente&quot;, explica a professora.</p> <p> No final da aula, Roberta incentiva os alunos para que pesquisem mais e para que passem para frente o que aprenderam ali. Para os curiosos e dan&ccedil;arinos de primeira viagem, ela explica o significado da roda, elemento comum nas dan&ccedil;as: &quot;A roda &eacute; o elemento ancestral, tudo &eacute; feito em roda, a roda deixa todo mundo igual, todo mundo olha para todo mundo, todo mundo consegue trocar uma energia. Se a roda est&aacute; aberta, a energia vai embora, se est&aacute; fechada e todo mundo est&aacute; ali junto, a energia se mant&eacute;m e faz o ritmo&quot;.</p> <p> Entre os alunos participantes estavam alguns que j&aacute; conheciam os ritmos, como Marco Aur&eacute;lio Moraes. Pela segunda vez, ele participa de uma oficina como esta. A primeira foi na cidade natal, S&atilde;o Lu&iacute;s (MA), h&aacute; 12 anos. &quot;&Eacute; muito bonito&quot;, diz ele, que trabalha com dan&ccedil;a de sal&atilde;o. &quot;Sonho em fazer uma apresenta&ccedil;&atilde;o com ritmos afros, que comece com o samba. E para isso busco sempre aprender todas as t&eacute;cnicas a que quais tenho acesso&quot;.</p> <p> J&aacute; Juliana Lopes n&atilde;o pratica nenhuma dan&ccedil;a. O primeiro contato com a dan&ccedil;a afro-brasileira foi tamb&eacute;m em um festival, no ano passado. &quot;&Eacute; muito dif&iacute;cil ter acesso, s&atilde;o dan&ccedil;as muito regionais. A batucada &eacute; o que mais me chama aten&ccedil;&atilde;o&quot;.</p> <p> O grupo Il&uacute; Ob&aacute; de Min &eacute; formado, em sua organiza&ccedil;&atilde;o, exclusivamente por mulheres. O objetivo principal &eacute; a preserva&ccedil;&atilde;o da cultura africana e afro-brasileira, o protagonismo feminino e a manuten&ccedil;&atilde;o de antigas tradi&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o urbana. O grupo &eacute; respons&aacute;vel pelo bloco de carnaval que leva o mesmo nome, que desfila nas sextas-feiras antes do carnaval, na capital paulista. Ele &eacute; formado por ritmistas, cantoras e o corpo de dan&ccedil;a. Este ano, atraiu 13 mil pessoas, segundo o pr&oacute;prio grupo.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade</em></p> <p><em>Todo conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir a mat&eacute;ria, &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Brasília Cultura dança Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha Funarte Latinidades Sun, 21 Jul 2013 21:29:45 +0000 julianas 726133 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/agenciabrasil