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81 municípios do país, com mais de 200 mil eleitores, podem ter segundo turno nas eleições municipais

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Um dos candidatos mais velhos do país vence pela sexta vez no interior de SP

Criado em 07/10/12 19h04 e atualizado em 05/01/15 10h56
Por Renata Giraldi Edição:Graça Adjuto Fonte:Agência Brasil

Brasília – Tião Biazzo (PMDB), de 89 anos, um dos candidatos mais velhos do país, conquistou hoje (7) seu sexto mandato para comandar o município de Aguaí, a 200 quilômetros de São Paulo. Biazzo venceu Dr. Gutemberg (PPS) com 44% dos 19,5 mil votos. O primeiro mandato de Biazzo foi conquistado aos 37 anos, na década de 1960, pelo PTB. Avesso a campanhas políticas, ele não faz comícios nem pede votos, mas mantém um eleitorado cativo e simpatizantes que atuam como cabos eleitorais.  

Apontado como um dos homens mais ricos da cidade, Biazzo tem hábitos simples e modestos, como usar apenas um fusca e dormir dentro do local em que armazena grãos para venda. Neto de imigrantes italianos, Biazzo vendeu frutas para ajudar a família e foi caminhoneiro, mas fez fortuna como empresário do agronegócio. Atualmente investe em plantações de soja.

Para os eleitores de Aguaí, que tem pouco mais de 32 mil habitantes, Biazzo é o administrador que garante a cidade limpa, os serviços públicos em ordem e evita o atraso dos salários dos servidores municipais. Também é uma espécie de ícone na cidade por ter alguns costumes próprios, como o fato de ter levantado um monumento aos mortos da família.

No principal cemitério da cidade, ele mandou construir esculturas representando cada um dos parentes que morreram. O mausoléu da família chama a atenção dos visitantes pelas dimensões em tamanho natural das esculturas que foram dispostas em volta de uma grande mesa, como a Santa Ceia de Cristo.

No mês passado, a cidade de Aguaí viveu uma situação única com a visita da presidenta Dilma Rousseff que foi até o município para o enterro da tia e madrinha Diva Silva Rosa, de 87 anos, que morreu de falência múltipla dos órgãos. Segundo parentes e amigos da presidenta, nos anos 1970,  quando Dilma ficou presa em São Paulo, recebia semanalmente a visita da tia Diva, que tentava reconfortá-la.

Edição: Graça Adjuto

Creative Commons - CC BY 3.0

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