crescimento da economia brasileira http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/taxonomy/term/168321/all pt-br Economia brasileira deve crescer menos que a mundial, avalia instituição internacional http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-07-17/economia-brasileira-deve-crescer-menos-que-mundial-avalia-instituicao-internacional <p>Isabela Vieira<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Rio de Janeiro &ndash; A economia brasileira n&atilde;o deve crescer mais que 2% em 2013, abaixo da proje&ccedil;&atilde;o de crescimento mundial de 3,5%, na avalia&ccedil;&atilde;o do economista-chefe do The Conference Board, Bart Van Ark. Com base em indicadores nacionais, a institui&ccedil;&atilde;o projeta &iacute;ndices econ&ocirc;micos de 12 pa&iacute;ses, dentre os quais, o Brasil.</p> <p> Na avalia&ccedil;&atilde;o de Van Ark, os fatores que mais dificultam o crescimento do pa&iacute;s s&atilde;o a dificuldade de atrair investimentos; de aplicar em infraestrutura; de reformar setores estruturais da economia, como mercado de trabalho &ndash; para que d&ecirc; mais flexibilidade em contrata&ccedil;&otilde;es e demiss&otilde;es; al&eacute;m de fazer a reforma tribut&aacute;ria.</p> <p> &quot;Se tem uma coisa que os membros globais reclamam quando v&ecirc;m ao Brasil &eacute; a complexidade do pagamento de impostos&quot;, afirmou Van Ark. &quot;H&aacute; uma grande necessidade de simplificar essas regras para que seja poss&iacute;vel fazer neg&oacute;cios e operar no Brasil&quot;, refor&ccedil;ou. Investimentos em infraestrutura, como portos e estradas tamb&eacute;m precisam melhorar, destacou.</p> <p> Para o economista da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas, Paulo Piccheti,&nbsp; a proje&ccedil;&atilde;o de crescimento de 2% do The Conference &eacute; razo&aacute;vel no cen&aacute;rio atual. Segundo ele, dados recentes apontam retra&ccedil;&atilde;o da economia pela diminui&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o industrial e das vendas do com&eacute;rcio. Segundo ele, sem mudan&ccedil;as estruturais no pa&iacute;s, n&atilde;o h&aacute; como alavancar no curto prazo, os indicadores.</p> <p> &quot;Dos componentes que podem induzir o crescimento, tirando o setor externo, que a gente n&atilde;o pode contar no curto prazo, n&atilde;o h&aacute; continuidade da expans&atilde;o do consumo das fam&iacute;lias nem do consumo do governo, que est&aacute; enfrentando uma quest&atilde;o de equil&iacute;brio fiscal, o que impede aumento dos gatos e investimentos&quot;, disse. Segundo ele, a &uacute;nica chance &eacute; atrair investimento privado.</p> <p> O The Conference Board tamb&eacute;m estimou o crescimento do pa&iacute;s para o per&iacute;odo entre 2014 e 2018, em 3,2%, e para o mundo, 3,1%. Segundo Bart, o mundo cresce a taxas menores, embora reformas pol&iacute;ticas e trabalhistas &quot;tenham capacidade de gerar um ambiente com mais espa&ccedil;o para o crescimento&quot;, afirmou.</p> <p> A FGV e organiza&ccedil;&atilde;o americana The Conference Board lan&ccedil;aram hoje (17) um novo &iacute;ndice para medir a economia brasileira, o Indicador de Antecedente Composto da Economia (Iace), que ser&aacute; divulgado mensalmente a partir de agora.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Denise Griesinger</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong><em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></strong></p> Bart Van Ark crescimento da economia brasileira crescimento mundial Economia mercado de trabalho reforma de setores estruturais Reforma Tributária The Conference Board Wed, 17 Jul 2013 18:22:49 +0000 deniseg 725840 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil