Aspa http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/taxonomy/term/143884/all pt-br Escola no DF poderá devolver parte das mensalidades por aumento abusivo http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-07-28/escola-no-df-podera-devolver-parte-das-mensalidades-por-aumento-abusivo <p>Mariana Tokarnia<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia &ndash; Uma grande escola particular de Bras&iacute;lia pode ter que devolver parte da mensalidade paga este ano. Nos &uacute;ltimos dez anos, seria a segunda vez que algo parecido acontece, segundo o sindicato das escolas particulares. O motivo s&atilde;o supostos reajustes abusivos investigados pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Distrito Federal em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) e a Associa&ccedil;&atilde;o de Pais de Alunos das Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino (Aspa-DF).</p> <p>A escola ainda ser&aacute; notificada, por isso, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico n&atilde;o divulgou o nome da institui&ccedil;&atilde;o. Os dirigentes da escola teriam aplicado reajuste em 2012, para come&ccedil;ar a valer em 2013, 14% acima dos custos de manuten&ccedil;&atilde;o. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; firmar um acordo para que a escola devolva o equivalente ao poss&iacute;vel abuso aos pais dos alunos ou desconte o valor nas pr&oacute;ximas mensalidades. Uma reuni&atilde;o deve ser agendada em agosto.</p> <p>A escola &eacute; uma das 13 investigadas pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico por aumento abusivo nas mensalidades. O reajuste anual, explica o chefe da 1&ordf; Promotoria de Justi&ccedil;a de Defesa do Consumidor, Paulo Roberto Binicheski, deve ser baseado no aumento registrado na planilha de custos. O que se verifica, no entanto, s&atilde;o aumentos nas mensalidades que v&atilde;o de 12% a 18% de um ano para o outro, valores acima da infla&ccedil;&atilde;o sofrida pelos itens consumidos. Segundo ele, no mesmo per&iacute;odo, h&aacute; aumentos no rendimento das institui&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o at&eacute; 40%.</p> <p>&ldquo;As escolas poderiam melhor aproveitar os rendimentos de forma a repassar isso tamb&eacute;m para os pais dos alunos e com isso diminuir a mensalidade&rdquo;, diz Binicheski. No Distrito Federal s&atilde;o mais de 450 escolas particulares. Como n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel acompanhar todas, Binicheski pede para que a comunidade denuncie os abusos.</p> <p>O advogado Rubens Santoro Neto &eacute; um dos pais indignados. &ldquo;O meu sal&aacute;rio e o da minha esposa n&atilde;o acompanham os aumentos da escola das crian&ccedil;as. Muito pelo contr&aacute;rio. Felizmente, temos um im&oacute;vel que podemos alugar, e com o dinheiro pagar a escola&rdquo;, diz Neto, que tem dois filhos em escola particular. Deixar de investir o dinheiro &eacute; algo impens&aacute;vel. &ldquo;Essas despesas s&atilde;o necess&aacute;rias para uma pessoa que quer educar o filho para viver em um mundo globalizado&rdquo;, acrescenta.</p> <p>A presidenta da Comiss&atilde;o do Direito do Consumidor da OAB-DF, Ildecer Amorim, atribui as altas mensalidades &agrave; m&eacute;dia salarial brasiliense. &ldquo;Tudo no DF &eacute; mais caro&rdquo;, diz. &ldquo;Os pais querem dar uma boa educa&ccedil;&atilde;o aos filhos e as escolas oferecem, mas abusam dos lucros. &Eacute; inaceit&aacute;vel que uma institui&ccedil;&atilde;o de ensino tenha um lucro de 40%. Ela presta um servi&ccedil;o que &eacute; um direito da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p> <p>O posicionamento &eacute; compartilhado pela Aspa-DF. &ldquo;Estamos falando de um servi&ccedil;o p&uacute;blico prestado por particulares. Um empres&aacute;rio que investe nesse ramo tem que ter responsabilidade social&rdquo;, diz o presidente da associa&ccedil;&atilde;o, Luis Claudio Megiorin.</p> <p>O conselheiro jur&iacute;dico do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino, Henrique de Mello Franco, diz que caso esteja provado que a institui&ccedil;&atilde;o cometeu algum tipo de abuso, ela deve se retratar. Mas que o resultado da investiga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o reflete uma pr&aacute;tica da categoria. &ldquo;Foram encontradas irregularidades em uma institui&ccedil;&atilde;o. Quando uma das institui&ccedil;&otilde;es se porta mal, ela prejudica a imagem da categoria. &Eacute; a pr&oacute;pria escola que tem que se desculpar&rdquo;.</p> <p>Quanto aos aumentos, ele os explica n&atilde;o apenas pelos aumentos no item escola, que comp&otilde;e o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), mas tamb&eacute;m pelos aumentos nos gastos com pessoal. &ldquo;Os insumos aumentaram al&eacute;m da infla&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia e as escolas n&atilde;o t&ecirc;m alternativa a n&atilde;o ser repassar aos consumidores&rdquo;.</p> <p>A investiga&ccedil;&atilde;o est&aacute; em curso e, segundo Minist&eacute;rio P&uacute;blico, podem ser encontradas irregularidades em 12 escolas. O grupo investiga tamb&eacute;m aumentos em mensalidades de sete institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior privadas, algumas dos mesmos donos das escolas.</p> <p>&nbsp;</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Beto Coura<br /> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Aspa Associação de Pais de Alunos das Instituições de Ensino Comissão do Direito do Consumidor da OAB-DF Educação Henrique de Mello Franco Ildecer Amorim Luis Claudio Megiorin Ministério Público do Distrito Federal OAB-DF Ordem dos Advogados do Brasil seccional Distrito Federal Paulo Roberto Binicheski Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino Sun, 28 Jul 2013 16:07:37 +0000 alberto.coura 726755 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil Presidente da Colômbia se recupera de cirurgia para retirada de tumor maligno http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-10-04/presidente-da-colombia-se-recupera-de-cirurgia-para-retirada-de-tumor-maligno <p> Renata Giraldi<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; O presidente da Col&ocirc;mbia, Juan Manuel Santos, de 61 anos, recupera-se bem da cirurgia para a retirada de um tumor maligno na pr&oacute;stata ontem (3), segundo a Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica colombiana. Em comunicado &agrave; imprensa, a Presid&ecirc;ncia informou que Santos ficar&aacute; em observa&ccedil;&atilde;o hoje (4). Antes da cirurgia, ele foi ao Peru , onde participou da 3&ordf; C&uacute;pula de Chefes de Estado e de Governo Am&eacute;rica do Sul&ndash;Pa&iacute;ses &Aacute;rabes (Aspa), em Lima.</p> <p> O m&eacute;dico Felipe Gomez, que acompanha o presidente, disse que Santos sente dor, mas que est&aacute; sob controle. &ldquo;Ele [o presidente] &eacute; um desportista e mant&eacute;m frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca de 60 batimentos&rdquo;, diz a nota. Mais informa&ccedil;&otilde;es no <a href="http://wsp.presidencia.gov.co/Portal/Paginas/Default.aspx"><em>site</em> da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica</a>.</p> <p> Mesmo em recupera&ccedil;&atilde;o, Santos reuniu-se ontem com o alto comiss&aacute;rio para a Paz, Sergio Jaramillo, o ministro das Finan&ccedil;as, Mauricio Cardenas, e o ministro de Minas e Energia, Federico Renjifo. Tamb&eacute;m manteve encontro com a ministra das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, Maria Angela Holguin, e o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinz&oacute;n.</p> <p> Jamillo, Holguin e Pinz&oacute;n coordenam as negocia&ccedil;&otilde;es com as For&ccedil;as Armadas Revolucion&aacute;rias da Col&ocirc;mbia (Farc), em busca de um acordo de paz que encerre o impasse que dura quase meio s&eacute;culo. No dia 14, haver&aacute; uma reuni&atilde;o em Oslo, na Noruega, para ratificar a segunda etapa das articula&ccedil;&otilde;es.</p> <p> Na Am&eacute;rica Latina, v&aacute;rios presidentes j&aacute; se submeteram a tratamentos de combate ao c&acirc;ncer. A presidenta Dilma Rousseff venceu um linfoma, assim como o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo. O presidente da Venezuela, Hugo Ch&aacute;vez, concluiu neste ano o tratamento de combate a um tumor na regi&atilde;o p&eacute;lvica e o ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva fez uma s&eacute;rie de sess&otilde;es de quimioterapia para tratar um c&acirc;ncer de laringe.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Gra&ccedil;a Adjuto</em></p> Aspa cirurgia Colômbia comunicado Internacional Juan Manuel Santos peru Presidência da República presidente próstata recuperação retirada tumor Thu, 04 Oct 2012 10:33:48 +0000 gracaadjuto 704545 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil Presidenta condena violência nos países árabes e intolerância religiosa http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-10-02/presidenta-condena-violencia-nos-paises-arabes-e-intolerancia-religiosa <p> <em><font face="Verdana, sans-serif"><font size="2">Renata Giraldi<br /> Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil </font></font></em></p> <p class="western" style="margin-bottom: 0cm"> <font face="Verdana, sans-serif"><font size="2">Bras&iacute;lia &ndash; Em meio &agrave; crise da S&iacute;ria, &agrave;s revoltas populares em v&aacute;rios pa&iacute;ses de maioria mu&ccedil;ulmana e aos ataques a representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas norte-americanas e de aliados, a presidenta Dilma Rousseff condenou hoje (2) a viol&ecirc;ncia e o preconceito contra o islamismo e os Estados Unidos. Ao discursar na 3&ordf; C&uacute;pula de Chefes de Estado e de Governo Am&eacute;rica do Sul&ndash;Pa&iacute;ses &Aacute;rabes (Aspa), ela criticou qualquer possibilidade de interven&ccedil;&atilde;o militar externa nos pa&iacute;ses em conflito.</font></font></p> <p> &ldquo;[A solu&ccedil;&atilde;o] s&oacute; poder&aacute; ser encontrada por eles pr&oacute;prios [os pa&iacute;ses em conflitos]. Sabemos que o caminho desses pa&iacute;ses passa por eles&rdquo;, disse a presidenta, em defesa da busca pelo di&aacute;logo e uma alternativa negociada.</p> <p> Dilma reiterou ainda que as manifesta&ccedil;&otilde;es na Primavera &Aacute;rabe refletem os desejos universais.<br /> &ldquo;O mundo &aacute;rabe vive profundas mudan&ccedil;as, que exprimem anseios universais, como [o desejo de] justi&ccedil;a social e liberdade&rdquo;, disse a presidenta, lembrando que a hist&oacute;ria recente na Am&eacute;rica do Sul mostra que os pa&iacute;ses da regi&atilde;o tamb&eacute;m viveram &ldquo;processos semelhantes e luta pol&iacute;tica e inclus&atilde;o social&rdquo;.</p> <p> Como na 67&ordf; Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, Dilma criticou a onda de viol&ecirc;ncia na S&iacute;ria, que completa 19 meses, e cobrou do governo do presidente do pa&iacute;s, Bashar Al Assad, e da oposi&ccedil;&atilde;o provid&ecirc;ncias. Para ela, todos t&ecirc;m responsabilidades. &ldquo;Estamos conscientes que a maior responsabilidade recai sobre o governo de Damasco. Mas sabemos tamb&eacute;m das responsabilidades das oposi&ccedil;&otilde;es armadas, que contam com o apoio militar e log&iacute;stico estrangeiro&rdquo;, disse.</p> <p> Ao mencionar os epis&oacute;dios recentes de viol&ecirc;ncia religiosa envolvendo mu&ccedil;ulmanos e ataques a representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas norte-americanas e de aliados, a presidenta disse que o Brasil repudia a intoler&acirc;ncia. Nos &uacute;ltimos dias, v&aacute;rias representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas foram atacadas por mu&ccedil;ulmanos indignados com o filme anti-Isl&atilde;, produzido nos Estados Unidos.</p> <p> &ldquo;Repudiamos todas as formas de intoler&acirc;ncia religiosa, todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de islamofobia&rdquo;, disse a presidenta. Ela lembrou que o rep&uacute;dio tamb&eacute;m &eacute; v&aacute;lido contra os ataques a representa&ccedil;&otilde;es norte-americanas, alem&atilde;s e brit&acirc;nicas.<br /> &nbsp;</p> <p class="western" style="margin-bottom: 0cm"> <em><font face="Verdana, sans-serif"><font size="2">Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade</font></font></em></p> Aspa ataques consulado cúpula dilma rousseff embaixadas estados unidos Internacional intolerência religiosa muçulmanos Primavera Árabe Tue, 02 Oct 2012 16:00:09 +0000 julianas 704409 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil Dilma apela para que Irã desenvolva programa nuclear com fins pacíficos http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-10-02/dilma-apela-para-que-ira-desenvolva-programa-nuclear-com-fins-pacificos <p> Renata Giraldi<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p align="justify"> Bras&iacute;lia &ndash; A presidenta Dilma Rousseff apelou hoje (2), durante a 3&ordf; C&uacute;pula de Chefes de Estado e de Governo da Am&eacute;rica do Sul-Pa&iacute;ses &Aacute;rabes (Aspa), para que n&atilde;o ocorra uma a&ccedil;&atilde;o militar externa contra as instala&ccedil;&otilde;es nucleares do Ir&atilde;. O governo do Brasil defende que o programa nuclear do Ir&atilde; tenha fins pac&iacute;ficos e n&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o de armas. Segundo ela, qualquer iniciativa externa contra o Ir&atilde; constituir&aacute; viola&ccedil;&atilde;o internacional e desestabilizar&aacute; o Oriente M&eacute;dio, com &ldquo;grav&iacute;ssimas consequ&ecirc;ncias para a humanidade&rdquo;.</p> <p align="justify"> Para alguns pa&iacute;ses, o programa nuclear do Ir&atilde; &eacute; uma amea&ccedil;a ao mundo porque h&aacute; suspeita de enriquecimento do ur&acirc;nio para fins n&atilde;o pac&iacute;ficos. As autoridades iranianas negam irregularidades e informam que n&atilde;o h&aacute; produ&ccedil;&atilde;o de armas no pa&iacute;s. No entanto, o Ir&atilde; &eacute; alvo de uma s&eacute;rie de san&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, comerciais e financeiras.</p> <p align="justify"> A Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia Nuclear (Aiea), &oacute;rg&atilde;o ligado &agrave;s Na&ccedil;&otilde;es Unidas, critica as dificuldades de fiscaliza&ccedil;&atilde;o das usinas e do programa nuclear iraniano. Por&eacute;m, est&aacute; em curso uma articula&ccedil;&atilde;o para que um grupo de inspetores verifique as instala&ccedil;&otilde;es nucleares iranianas nos pr&oacute;ximos meses.</p> <p align="justify"> Dilma defendeu a cria&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea de livre de armas nucleares. &ldquo;[O Brasil] apoia uma iniciativa para uma zona livre de armas de destrui&ccedil;&atilde;o no Oriente M&eacute;dio&rdquo;, disse a presidenta, lembrando o ideal &eacute; a busca de solu&ccedil;&otilde;es por meio do di&aacute;logo e da paz.</p> <p align="justify"> <em>Edi&ccedil;&atilde;o Beto Coura//Mat&eacute;ria alterada hoje (3) &agrave;s 11h50 para corre&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o. O pedido da presidenta &eacute; para que n&atilde;o ocorra uma a&ccedil;&atilde;o militar externa contra as instala&ccedil;&otilde;es nucleares do Ir&atilde;. Para<br /> Dilma, qualquer iniciativa externa contra o Ir&atilde; constituir&aacute; viola&ccedil;&atilde;o internacional e desestabilizar&aacute; o Oriente M&eacute;dio, &quot;com grav&iacute;ssimas consequ&ecirc;ncias para a humanidade&quot;</em></p> 3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul-Países Árabes Aspa Internacional onu Organização das Nações Unidas presidenta dilma rousseff programa nuclear iraniano Tue, 02 Oct 2012 15:57:12 +0000 alberto.coura 704408 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil Dilma participa hoje da cúpula de países sul-americanos e árabes no Peru http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-10-02/dilma-participa-hoje-da-cupula-de-paises-sul-americanos-e-arabes-no-peru <p> Renata Giraldi<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; A presidenta Dilma Rousseff passa o dia hoje (2) em Lima, no Peru, onde participa da 3&ordf; C&uacute;pula de Chefes de Estado e de Governo Am&eacute;rica do Sul&ndash;Pa&iacute;ses &Aacute;rabes (Aspa). Dilma chegou de madrugada &agrave; capital peruana para o encontro, o primeiro entre os l&iacute;deres das duas regi&otilde;es desde o in&iacute;cio da chamada Primavera &Aacute;rabe &ndash; quando vieram &agrave; tona protestos populares em favor da democracia e da liberdade em v&aacute;rios pa&iacute;ses de maioria mu&ccedil;ulmana.</p> <p> Ao discursar na 67&ordf; Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, em Nova York, na semana passada, a presidenta foi aplaudida ao condenar o preconceito contra os mu&ccedil;ulmanos. Ela tamb&eacute;m criticou os ataques &agrave;s representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas norte-americanas e de aliados. &nbsp;</p> <p> Hoje, no fim do dia, ser&aacute; divulgada uma declara&ccedil;&atilde;o conjunta, na qual os 32 representantes do grupo &ndash; dois est&atilde;o suspensos: Paraguai e S&iacute;ria &ndash; se manifestam sobre os principais temas em discuss&atilde;o no momento. Dilma ser&aacute; a segunda a discursar na abertura do evento, depois apenas do secret&aacute;rio-geral da Liga &Aacute;rabe (que re&uacute;ne 22 pa&iacute;ses), Nabil Elarabi.</p> <p> No documento final dever&atilde;o constar uma cr&iacute;tica &agrave; onda de viol&ecirc;ncia na S&iacute;ria, que completa 19 meses com o registro de mais de 25 mil mortos, os ataques contra representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas como rea&ccedil;&atilde;o a um filme anti-Isl&atilde;, produzido nos Estados Unidos, al&eacute;m da defesa do direito dos palestinos a um Estado aut&ocirc;nomo e independente.</p> <p> Idealizador da Aspa em 2003, o Brasil &eacute; destaque por servir de exemplo a pa&iacute;ses &aacute;rabes e sul-americanos nos esfor&ccedil;os para o combate &agrave; pobreza e nas a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o social. Os programas de transfer&ecirc;ncia de renda e de a&ccedil;&otilde;es de preserva&ccedil;&atilde;o e garantia das minorias, inclusive em favor da igualdade de g&ecirc;nero, s&atilde;o examinados pelas autoridades das duas regi&otilde;es e adaptados por muitos pa&iacute;ses.</p> <p> Na declara&ccedil;&atilde;o conjunta devem ser destacados os avan&ccedil;os pol&iacute;ticos obtidos no Egito com as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais livres, depois de mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas de gest&atilde;o do ex-presidente Hosni Mubarak, e as elei&ccedil;&otilde;es parlamentares na L&iacute;bia, ap&oacute;s o fim do governo do ex-l&iacute;der Muammar Khadafi.</p> <p> H&aacute; ainda articula&ccedil;&otilde;es paralelas relativas &agrave;s parcerias econ&ocirc;micas e financeiras, de desenvolvimento sustent&aacute;vel, envolvendo medidas relativas &agrave; desertifica&ccedil;&atilde;o e &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, al&eacute;m de acordos culturais e de ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o.</p> <p> No total, a uni&atilde;o entre os pa&iacute;ses sul-americanos e &aacute;rabes representa um Produto Interno Bruto (PIB) agregado de aproximadamente US$ 5,4 trilh&otilde;es e envolve uma popula&ccedil;&atilde;o estimada em 750 milh&otilde;es de habitantes. De 2005 a 2011, o interc&acirc;mbio comercial entre as duas regi&otilde;es passou de US$ 13,6 bilh&otilde;es para US$ 27,4 bilh&otilde;es, registrando aumento de 101,7%.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Gra&ccedil;a Adjuto</em></p> árabes Aspa assembleia geral ataques cúpula democracia dilma Internacional liberdade líderes Lima maioria muçulmana muçulmanos nações unidas Nova York onu países peru Política preconceito Primavera Árabe protestos populares representações diplomáticas sul-americanos Tue, 02 Oct 2012 10:15:18 +0000 gracaadjuto 704382 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil Dilma participa nesta semana em Lima de debates entre sul-americanos e árabes http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-09-30/dilma-participa-nesta-semana-em-lima-de-debates-entre-sul-americanos-e-arabes <p> Renata Giraldi<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; Uma semana depois de participar da Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff ser&aacute; uma das protagonistas da 3&ordf; C&uacute;pula de Chefes de Estado e de Governo Am&eacute;rica do Sul&ndash;Pa&iacute;ses &Aacute;rabes (Aspa), em Lima, no Peru, no dia 2. Dilma deve viajar amanh&atilde; (1&ordm;) &agrave; noite para a c&uacute;pula, a primeira entre os l&iacute;deres das duas regi&otilde;es ap&oacute;s o in&iacute;cio da chamada Primavera &Aacute;rabe &ndash; quando manifesta&ccedil;&otilde;es populares apelaram por democracia e liberdade em v&aacute;rios pa&iacute;ses.</p> <p> Ao fim da c&uacute;pula, no dia 2, ser&aacute; divulgada uma declara&ccedil;&atilde;o conjunta, na qual os 32 representantes do grupo &ndash; dois est&atilde;o suspensos: Paraguai e S&iacute;ria &ndash; se manifestam sobre os principais temas em discuss&atilde;o no momento. Dilma ser&aacute; a segunda a discursar na abertura do evento, depois apenas do secret&aacute;rio-geral da Liga &Aacute;rabe (que re&uacute;ne 22 pa&iacute;ses), Nabil Elarabi.</p> <p> No documento final dever&aacute; constar a rea&ccedil;&atilde;o coletiva &agrave; onda de viol&ecirc;ncia na S&iacute;ria que ultrapassou 18 meses, matando mais de 25 mil pessoas. Al&eacute;m disso, devem ser inclu&iacute;das as manifesta&ccedil;&otilde;es contra os ataques a representa&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas norte-americanas e de aliados em v&aacute;rios pa&iacute;ses de maioria mu&ccedil;ulmana como rea&ccedil;&atilde;o a um filme anti-Isl&atilde;, produzido nos Estados Unidos, e a defesa ao direito dos palestinos de terem um Estado aut&ocirc;nomo e independente.</p> <p> O Brasil &eacute; destaque na Aspa n&atilde;o s&oacute; por ter sido o idealizador do grupo, em 2003, mas por servir de exemplo a pa&iacute;ses &aacute;rabes e sul-americanos com os esfor&ccedil;os para o combate &agrave; pobreza e a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o social, por meio dos programas de transfer&ecirc;ncia de renda e das a&ccedil;&otilde;es de preserva&ccedil;&atilde;o e garantias das minorias, inclusive em favor da igualdade de g&ecirc;nero.</p> <p> Na declara&ccedil;&atilde;o conjunta devem ser destacados os avan&ccedil;os pol&iacute;ticos obtidos no Egito com as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais livres, depois de mais de 30 anos do governo do ex-presidente Hosni Mubarak, e as parlamentares ocorridas na L&iacute;bia, ap&oacute;s o fim da gest&atilde;o do ex-l&iacute;der Muammar Khadafi.</p> <p> Nos dias que antecedem a c&uacute;pula, negociadores dos 34 pa&iacute;ses articulam uma s&eacute;rie de textos relativos &agrave;s parcerias econ&ocirc;micas e financeiras, de desenvolvimento sustent&aacute;vel, envolvendo medidas relativas &agrave; desertifica&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, al&eacute;m de acordos culturais e de ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o.</p> <p> No total, a uni&atilde;o entre os pa&iacute;ses sul-americanos e &aacute;rabes representa um Produto Interno Bruto (PIB) agregado de aproximadamente US$ 5,4 trilh&otilde;es e envolve uma popula&ccedil;&atilde;o estimada em 750 milh&otilde;es de habitantes. De 2005 a 2011, o interc&acirc;mbio comercial entre as duas regi&otilde;es aumentou 101,7%, passando de US$ 13,6 bilh&otilde;es para US$ 27,4 bilh&otilde;es. S&oacute; o com&eacute;rcio total entre o Brasil e os pa&iacute;ses &aacute;rabes cresceu 138,9% - passando de US$ 10,5 bilh&otilde;es para US$ 25,1 bilh&otilde;es.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Gra&ccedil;a Adjuto</em></p> <p> &nbsp;</p> América do Sul árabes Aspa assembleia geral chefes de estado cúpula debates dilma Internacional Liga Árabe Lima nações unidas onu organização países árabes peru Primavera Árabe sul-americanos Sun, 30 Sep 2012 12:42:20 +0000 gracaadjuto 704277 at http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil